SOL DA MEIA-NOITE

M-E-T-E-O-R-O

5/01/2010

SEMANA DA BALZACA



















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1 comentários:

Anônimo disse...

intiresno muito, obrigado

3 de outubro de 2010 06:32

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"Conhecimento real é saber a extensão da própria ignorância”. Por Confúcio

MAGNÓLIA - PARA QUE VIVEMOS ?

Todos, pelo menos uma vez na vida já nos perguntámos:” Para que vivemos?” Podíamos, a partir desta pergunta, iniciar um debate filosófico. Talvez que esta nossa interrogação provenha de uma angústia enorme perante a suposta insignificância da vida. Em qualquer caso, defrontamo-nos com um grave problema. Um problema que nos torna únicos no reino animal, e que nos leva a questionar a própria vida no sentido mais profundo: a vida como um problema, como algo difícil e enfadonho, a maior parte do tempo.

A razão da nossa existência é simples. Vivemos para viver. Nada mais nem nada menos. Nenhum debate intelectual, por mais apaixonado e polémico que seja, pode encontrar uma razão mais simples e ao mesmo tempo tão infinitamente cheio de possibilidades. Todo o sentido e finalidade da vida está na própria vida, no seu processo. Para compreender isto, acima de tudo, é necessário amar a vida sem reservas, submergir-se nela, com tudo o que de inesperado e excitante isso comporta. Só então conheceremos o porquê da vida. E para isto não existem teorias. Qualquer um de nós que abrace este objectivo, deixará de necessitar “teorias da vida”.

A vida não pode ser apenas algo a que “agarrar-nos”, mais que não seja pela simples razão de possuirmos a decisão que nos enleva acima de todos os deuses: A de deixar de viver, se assim o quisermos. Não é de estranhar que as religiões condenem o suicídio… seria como aceitar que pelo menos em algo somos superiores aos deuses, e isso, evidentemente, é inadmissível. Basta com questionar o suicido para podermos desmoronar toda a estrutura ideológica do cristianismo.

A certeza de que nada nem ninguém nos pode obrigar a viver, é razão suficiente para desfrutar ao máximo, e talvez o melhor argumento de todos para lutar por uma vida, pela NOSSA vida e pela daqueles que nos importam.

Com esta enorme liberdade, ao vivermos como escravos, aceitamos que estamos amarrados à vida, ao contrário daqueles que, desde tempos imemoriais, preferem acreditar na emoção de uma pequena possibilidade de “vida verdadeira” a perecer lentamente (crendo que isso, no fundo, é vida) dominados e subjugados ou simplesmente autoflagelando-se diariamente com a chibata da rotina e o “vamos indo…”

Olhando os que todos os dias se sentam ao nosso lado no autocarro, podemos fazer uma ideia do quanto esta sociedade está doente. Nem um sorriso se desenha nos seus rostos macambúzios. O simples facto de ver que o resto das pessoas estão iguais actua como um limitador da própria vontade e sentimo-nos uma personagem do “Ensaio sobre a Cegueira”, de Saramago. Se sorrio, ou me rio sozinha, porque estou contente de viver, os outros olham-me como louca. Viver tornou-se, para muitos, um pesado fardo, porque os milhares de problemas que enfrentam pesam como blocos de cimento.

Somos nós quem decide viver e como viver, o que implica que sejamos firmes nas nossas resoluções: não deixar que ninguém se interponha no nosso caminho, quer seja o que coloca nele pequenas pedras, quer aquele ou aqueles que levantam muros para que não possamos passar.

Por um lado, deparamo-nos com o existente, com as suas certezas e seus costumes. Por outro, está a insurreição, o desconhecido que irrompe na vida de todos nós: a possibilidade de iniciar uma prática encarecida de liberdade.

Um pouco de RAIVA, um bastante de AMOR, um pedaço de DOR e um montão de ESPERANÇA.

Por Magnolia

O MUNDO PRECISA DA ERA DO DIVINO 13/20

Nos estudos das ciências, da astronômia, da astrologia, dos mandamentos, das profecias, das experiências terrestre e até extra-terrestes dos seres humanos – inexplicáveis inscrições nas montanhas dos Andes por exemplo, não se deve deixar de considerar os registros do que já escreveram as civilizações passadas sobre estes diversos assuntos. Tantas profecias já nos relataram e estas provaram-se sem credibilidade, e felizmente, poucas ou nenhuma, se realizou. Porém, em especial, uma profecia da avançada civilização Maia chama a atenção. Uma profecia dos Maias que na sua milenar experiência de observação do Cosmos registraria que, em nosso calendário gregoriano, no dia 21/12/2012 se dará uma rara e importantíssima mudança no firmamento cosmico, que influenciaria o comportamento dos seres vivos e atingiria todo o planeta Terra. Uma profecia que trata de um tema quase que transcendental, deste, talvez até de outros mundos, por isso merece registro e uma reflexão. Conforme o calendário Maia de nome e pronúncia esquisita, algo como: tisouqui, o nosso tempo cósmico real atualmente está na Freqüência 12/60, uma freqüência ligada ao materialismo, estariamos no auge do dito popular: Tempo é dinheiro. E seria esta freqüência uma frequência E-R-R-A-D-A (considerando também os 12 meses irregulares do calendário gregoriano). No ano de 2012 o cosmos completará um ciclo importantíssimo para o planeta Terra, assim dizem os Maias acontecerá um raríssimo e duradouro evento cósmico nesta data. Segundo os chamados engenheiros sincronizadores do tempo Maias apartir do dia 21/12/2012 entraremos na Freqüência do Divino 13/20, uma freqüência cósmica que representaria a mudança dos estados da espiritualidade, dos paradigmas, da harmônia coletiva e principalmente da V-E-R-D-A-D-E. Em pesquisa pouco encontrei quanto a manifestações escritas dos pensadores sobre o que pensavam desta profecia dos Maias, talvez porque não tivessem interesse, conhecimento ou porque 2012 ainda estaria muito longe dos seus tempos. Segundo relatos a história registra que os povos Maias já teriam acertado algumas de suas previsões dentre elas a que previu o fim de sua própria civilização. Que se deu através de uma brusca e duradoura mudança climática, qual fez com que, antes desta tomassem a decisão de mudarem de dimensão, culminando com o desaparecimento de toda e qualquer ser vivos de suas cidades ou da fase da terra como escrevem alguns. Felizmente esta Nova Era sintonizada na Frequência do Divino 13/20 diferentemente do que pregam e ou gostariam alguns, não é o apocalipse, a profecia dos Maias não se refere ao Fim do Mundo, refere-se ao Fim dos Tempos. No caso, fim do mundinho de alguns e dos maus tempos para todos, espera-se também fim dos maus carateres.
Portanto, que ninguém se aproveite desta profecia para tentar acabar com o Brasil e encher seus bolsos, antes que o se e apenas o seu mundinho acabe.
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